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Bolsa de Nova York fecha em alta pela terceira sessão consecutiva e principais vencimentos voltam a US$ 1,25/lb
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Bolsa de Nova York fecha em alta pela terceira sessão consecutiva e principais vencimentos voltam a US$ 1,25/lb
por Notícias Agrícolas:
As cotações do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) fecharam em alta pela terceira sessão seguida nesta quinta-feira (2). No entanto, desta vez, com ganhos mais expressivos do que nos últimos dias. Os principais vencimentos avançaram cerca de 100 pontos e se aproximaram de US$ 1,25 por libra-peso. O mercado realiza ajustes técnicos, mas também segue atento a alguns aspectos fundamentais, como a colheita da safra 2016/17 do Brasil.
O vencimento julho/16 registrou hoje 123,00 cents/lb com 110 pontos de avanço, o setembro/16 anotou 125,00 cents/lb com alta de 115 pontos. Já o contrato dezembro/16 tinha 127,55 cents/lb com 110 pontos e o março/17, mais distante, estava cotado a 130,20 cents/lb com valorização de 115 pontos.
Apesar da alta, segundo o analista de mercado da Maros Corretora, Marcus Magalhães, os investidores continuam na defensiva à espera de fatos novos e assim, não assumem postura agressiva nos mercados globais impedindo novas volatilidades. "No caso do café, o dia foi calmo e com operadores consolidando o atual espaço de trabalho tanto em Nova York quanto em Londres", afirma.
Para o analista o campo positivo deve prevalecer nesta sexta-feira uma vez que o movimento baixista dos últimos dias perdeu força. "Para amanhã (3), não estou esperando grandes movimentos especulativos, mas acredito que o campo positivo prevaleça".
O dólar comercial, que acaba influenciando os preços da commodity, fechou esta quinta-feira praticamente estável, cotado a R$ 3,5875 na venda com recuo de 0,01%, após oscilar entre leves altas e baixas durante a sessão. O câmbio impacta diretamente nas exportações brasileiras do grão.
Em maio, as exportações de café do Brasil totalizaram 2,17 milhões de sacas, com receita de US$ 314,6 milhões. Comparando com os embarques de abril, que foram de no mês passado uma queda de 2,69% no volume exportado e recuo de 3,35% na receita.
Segundo informações de agências internacionais, apesar da alta, os operadores continuam atentos ao avanço da safra do Brasil. De acordo com a Safras & Mercado, até dia 1º, a colheita da temporada 2016/17 estava indicada em 21%. Tomando por base a última estimativa da consultoria, de 56,4 milhões de sacas de 60 kg, é apontado que foram colhidas 11,65 milhões de sacas.
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